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EDIÇÕES SESC SP E A EDITORA SENAC SÃO PAULO LANÇAM, NO DIA 15 DE ABRIL, ÀS 20H, NO SESC PINHEIROS, A COMPILAÇÃO DA SÉRIE DE ENCONTROS INTERTERRITORIALIDADE

‘INTERTERRITORIALIDADE’ PROPÕE DIÁLOGOS CULTURAIS PELA BUSCA DE NOVOS CONTEXTOS PARA A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

AS EDIÇÕES SESC SP E A EDITORA SENAC SÃO PAULO LANÇAM, NO DIA 15 DE ABRIL, ÀS 20H, NO SESC PINHEIROS, A COMPILAÇÃO DA SÉRIE DE ENCONTROS INTERTERRITORIALIDADE - COM DEBATE DOS AUTORES COM O PÚBLICO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS; A PUBLICAÇÃO REGISTRA QUESTIONAMENTOS E EXPERIÊNCIAS SURGIDAS A PARTIR DESTE TRABALHO



O livro Interterritorialidade – mídias, contextos e educação (Editora Senac São Paulo e Edições SESC SP), organizado pelas especialistas Ana Mae Barbosa e Lilian Amaral, é resultado do projeto Interterritorialidade, realizado em 2005, que reuniu no SESC Pinheiros, em São Paulo, artistas, educadores, criadores, produtores, críticos e público para discutir a questão da relação entre a arte, educação, os meios tecnológicos, contextos socioculturais e suas fronteiras contemporâneas, abordando temas como a interculturalidade, interdisciplinaridade e a integração entre as artes, a educação e a mídia (intermediação). O título do livro remete exatamente aos limites e aos territórios multidisciplinares pelos quais navegam a arte e a estética na atualidade.
No evento de lançamento do livro Interterritorialidade - mídias, contextos e educação - dia 15 de abril, às 20h, no SESC Pinheiros - as organizadoras Ana Mae Barbosa e Lilian Amaral, com a presença do diretor regional do SESC em São Paulo, prof. Danilo Santos de Miranda, conversam com o público em um espaço no 2º andar da unidade SESC Pinheiros - Sala das Oficinas. Na mesma ocasião, haverá uma apresentação, em tempo real, com o VJ Spetto, participante do projeto realizado em 2005, que resultou na presente publicação.
Esta obra reúne textos dos participantes do seminário internacional, representantes de diferentes áreas do conhecimento como antropologia, arteterapia, arte-educação, psicanálise e documentário, dança, televisão, poesia, artes tecnológicas, imaginários urbanos e processos comunicacionais. Seus autores - Edgard de Assis Carvalho, Marián López Fernández Cao, Rita L. Irwin, Ivone Mendes Richter, Miriam Chnaiderman, Cláudia Gunzburger Simas, Dani Lima, Walter Silveira, Cid Campos, Giselle Beiguelman, Lucas Bambozzi, Christine Mello, Ana Mae Barbosa e Lilian Amaral - discutem a arte, a educação, seus contextos e fronteiras intermídias e promovem um diálogo entre diversas áreas, linguagens e meios, ou seja, o trânsito de conceitos e saberes, zonas de tensão, hibridizações e interconexões culturais que definem os novos contextos/territórios da sociedade contemporânea.

Para compor esse panorama, as organizadoras reuniram representantes do Brasil, Canadá e Espanha com trabalhos de videoarte, audiovisual, arte-educação, música, performance, arte tecnológica, dança, intervenção urbana e arte pública expandida, psicanálise, documentário e antropologia. As reflexões, descobertas de pontos convergentes e a diversidade de idéias, estão reunidas em 14 textos de Interterritorialidade, pautados pela complementaridade, interrelacionamento e reciprocidade entre a História da Arte, a Estética, a Teoria Cinematográfica, os Estudos Culturais, a Teoria dos Meios, a Arte/Educação, a Cultura Visual, os Estudos de Gênero, entre outros.
“Diálogos cada vez mais intensos vêm configurando uma nova cartografia cognitiva, caracterizada por colaborações entre diferentes territórios e domínios, que provocam inter-relacionamentos entre disciplinas como história da arte, estética, teoria dos meios e muitas outras. O livro vem iluminar o debate sobre o tema, constante nos meios acadêmicos e escolares”, concluem Ana Mae e Lilian Amaral, na apresentação. Lilian Amaral ressalta que: Interterritorialidade ultrapassa o conceito de mera interdisciplinaridade e lança a idéia de territórios expandidos e hibridizados, físicos ou não, que se tornam novas referências e novas possibilidades cognitivas, expressivas, culturais. “Participou deste projeto quem teve a coragem de fazer uma ‘viagem cognitiva’, ou seja, interterritorialidade foi uma experiência libertária”, enfatiza Ana Mae Barbosa.
SOBRE TEXTOS E AUTORES DE ‘INTERTERRITORIALIDADE’
Ana Mae Barbosa aborda o conceito de interterritorialidade na arte e na educação contemporânea, partindo das proposições de integração das artes do Balé do IV Centenário.
Lilian Amaral reflete sobre derivações da arte pública contemporânea com base na arte como experiência, compartilhamento e apropriação, apontando aspectos da arte urbana e implicações na esfera social brasileira atual.
Edgard de Assis Carvalho em “Arte-Ciência, religação indispensável para a educação do século XXI” discorre sobre os quatro pilares da educação diante da excessiva fragmentação e obsessão pela adequação da educação às condições de mercado.
Marián Cao analisa gênero e criação artística e conclui que o estudo da arte e sua relação com as mulheres acaba de se iniciar, propõe dar visibilidade a criações herdeiras de enredos nos quais palpitam a história silenciada, a memória do corpo, o anseio cotidiano e a vida..
Rita L. Irwin, a partir de uma perspectiva sociocultural, define a mestiçagem como linguagem de fronteira e coloca a A/r/tografia como uma forma de representação que privilegia o texto e a imagem ao se encontrarem em momentos de pesquisa e ensino.
Ivone Mendes Richter sugere uma prática em sala de aula que resgate o outro, que seja revolucionária ao propor a inclusão e que encontre as riquezas em todas as culturas e seres humanos, pela sua diversidade.
Miriam Chnaiderman indaga: “Quem é o chamado louco de rua”, a partir da pesquisa para a realização do curta-metragem “Dizem que sou louco”, tendo a cidade como lugar de existência e território de investigação estético-crítica.
Cláudia Gunzburger Simas descreve o trabalho de reabilitação de pacientes com lesão cerebral por meio das perspectivas expressivas das linguagens artísticas potencializadas pelos recursos tecnológicos.
Dani Lima interpreta aspectos da hibridização cultural e crise de identidade por meio de recente historiografia da dança, de uma dramaturgia também híbrida, que mistura diferentes meios e veículos artísticos.
Walter Silveira analisa a atuação interdisciplinar na TV a partir de sua experiência de quatro anos na direção da TV Cultura de São Paulo e fala da aproximação dos universos de conhecimento, tecnologia e informação, entre a TV e o computador e o novo conceito de televisão pública.
Cid Campos relata os processos artísticos-criativos com a evolução tecnológica na música/poesia e outras artes nos últimos vinte anos, em que considera a fase da verdadeira revolução trazida pela tecnologia digital.
Giselle Beiguelman pensa em uma estética da transmissão e reflete sobre a interlocução (interator) capaz de agenciar leituras múltiplas e simultâneas de conteúdos mediados por inúmeros variáveis sem controle.
Lucas Bambozzi analisa o estatuto da imagem a partir de confluências e o hibridismo das linguagens, tendo o trabalho com as mídias como uma via de mão dupla, potencializador do diálogo.
Christine Mello discute as extremidades do vídeo contemporâneo com foco na ação de VJs e a performance de vídeo ao vivo, com a criação de percursos multisensórios - vivências imersivo-sinestésica-eletrônicas.
* Veja currículo completo dos autores em material anexado.
Sobre as organizadoras
Ana Mae Barbosa é professora titular da Universidade de São Paulo (USP) e da Anhembi Morumbi. Foi presidente da International Society of Education through Art (InSEA) e diretora do Museu de Arte Contemporânea (MAC). Publicou vinte e um livros sobre arte e arte-educação. Recebeu o Grande Prêmio de Crítica da APCA de São Paulo, o prêmio Edwin Ziegfeld nos Estados Unidos (1992), o Prêmio Internacional Herbert Read (1999), o Achievment Award pela liderança em Arte Educação nos Estados Unidos (2002) e a Ordem Nacional do Mérito Científico (Brasil, 2004) Ensinou em universidades inglesas e americanas, entre elas Yale University e The Ohio State University. Proferiu palestras nas Universidades de Harvard e Columbia, no Museum of Modern Art of NY e em cerca de 30 países das Américas, Europa, Ásia e África. Assinou curadorias de exposições de Christo, Barbara Kruger, Oswald de Andrade, Alex Flemming.,etc. Presentemente é curadora de Artes Visuais das Casas de Cultura da AES: Eletropaulo.
Lilian Amaral Mestrado e doutorado em Arte pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Curadora e investigadora no campo da Arte Pública expandida contemporânea em contextos interculturais. Bolsista SANTANDER/USP/ Universidade Complutense de Madrid - Mobilidade Internacional 2008. Dirige projeto processual colaborativo "Museu Aberto: a cidade como museu e o museu como prática artística". Artista audiovisual com vasta produção de vídeos e documentários, especialmente focados no deslocamento entre cultura material e "cultura da tela", tendo como foco o patrimônio imaterial, questões da memória coletiva, imaginários urbanos, redes e interterritorialidades. Participa de mostras e tem obras em acervos públicos e privados. Autora de artigos e livros no Brasil e exterior. Membro representante no Brasil do coletivo artístico POCS - Project for Open and Closed Space Sculpture Association, Barcelona.
SERVIÇO
Lançamento: 15/4 (quarta-feira)
Horário: 20 horas
Local: Sesc Pinheiros – R Paes Leme, 195 - Sala das Oficinas - 2º andar. Ingressos pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 25/03. www.sescsp.org.br

Interterritorialidade – mídias, contextos e educação
Organizadoras: Ana Mae Barbosa e Lilian Amaral
Editoras: Senac São Paulo e Edições SESC SP
Preço: R$ 35 (20% de desconto no dia do lançamento)
Número de páginas: 236

• SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 horas. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h horas.
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30, aos sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
Telefone para informações: (11) 3095.9400
Informações: 0800 118220
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h - Horários especiais para a programação do teatro. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$ 0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$ 7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional // Para atividades no Teatro: Preço único: R$ 5,00
Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br

Assessoria de Imprensa do SESC Pinheiros:
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Sobre Edições SESC SP
As publicações das Edições SESC SP são pensadas e construídas em um longo processo de maturação e discussão, justamente por estarem envolvidas em projetos de largo alcance. Destacam-se aí as parcerias com outras instituições, tais como o governo, editoras e ONGs, ampliando os laços entre suas ações e a comunidade. Muitos desses trabalhos articulam-se em diversas mídias, para atender aos anseios de um público interessado em informações plurais que podem vir de diferentes recursos multimídia, integrando texto, áudio e vídeo. Seu projeto gráfico, muitas vezes arrojado e experimental, constitui-se também em um campo para a criação. Com o intuito de expandir seu campo de ação, atendendo a um público cada vez maior, o SESC SP programou o lançamento de cerca de 30 novos títulos para o ano de 2009, complementando o catálogo construído nos últimos anos e firmando-se cada vez mais como uma importante referência em publicações culturais no país. www.sescsp.org.br/loja

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A Editora Senac São Paulo nasceu há 14 anos e têm em seu currículo a marca de cinco milhões de livros vendidos. Lança, aproximadamente, 70 novos títulos por ano. Sua distribuição é nacional e atinge duas mil livrarias em todo o país, além de pontos de vendas alternativos, como supermercados e lojas. Com 889 livros em catálogo, conta com obras nas áreas de administração e negócios, audiovisual, arte e cultura, publicidade e propaganda, jornalismo, desenvolvimento social, design, empreendedorismo, gastronomia, idiomas, tecnologia, meio ambiente, moda, saúde, turismo, segurança no trabalho, desenvolvimento social, hotelaria, lazer e eventos. O acervo inclui também assuntos de importância nacional, como política, diplomacia, manifestações culturais, esporte e comportamento. Já conquistou prêmios importantes, como 11 Jabutis, quatro Clio de História e oito prêmios Fernando Pini de Excelência Gráfica, além de 35 Gourmand Cookbook Awards, a mais importante premiação literária mundial de gastronomia, tornando-se o selo editorial brasileiro com mais diplomas na área.

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