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AUMENTO DE ÍNDICE DE DESEMPENHO DOS ALUNOS DE IDIOMAS

AUMENTO DE ÍNDICE DE DESEMPENHO DOS ALUNOS DE IDIOMAS

NAS COMPANHIAS DEPENDE DE POSTURA PRÓ-ATIVA DO RH, CONCLUI PESQUISA *



A Bridge Inglês Personalizado – por meio da sua unidade de consultoria e gestão em idiomas - Projeto BIRD -, divulga sua quarta pesquisa de produtividade no aprendizado de idiomas do mercado brasileiro e revela resultados surpreendentes. A pesquisa de 2009 (que analisa dados referentes a 2008) revela um aumento de índice de aproveitamento dos alunos de idiomas nas companhias: uma melhora de desempenho em torno de 35% em relação ao ano anterior. Os fatores que contribuíram para este fato foi um RH mais pró-ativo, a contratação de consultorias de idiomas e valorização das ferramentas gerencias disponibilizadas por estas consultorias - em especial os indicadores de resultados e metas de aprendizado - e pequenas ações de grande impacto que transformaram o investimento em idiomas.



Histórico

Em 2008, o Projeto BIRD divulgou a terceira pesquisa de produtividade no aprendizado de idiomas do mercado brasileiro. “Acompanhamos no ano anterior o desenvolvimento de 220 alunos que aprendiam inglês com apoio financeiro da empresa. Desses, 39,55% tiveram o patrocínio suspenso porque não alcançaram a meta de progresso mínimo”, informa Paulo Sanchez, sócio-fundador da Bridge Inglês Personalizado e diretor do Projeto BIRD. Este indicador comprovava o padrão de anos anteriores: em 2007, dos 188 alunos acompanhados, 34,57% do total não atingiram a meta mínima proposta e tiveram sua participação no programa suspensa comparados com 31,98% dos funcionários que foram eliminados do programa em 2006. Agora em 2009, na pesquisa mais extensa de todas até o momento, o projeto BIRD – Benchmarking, Indicadores de Resultados, Diagnósticos & Desenvolvimento – de consultoria em idiomas acompanhou 244 alunos patrocinados no idioma inglês. Os resultados foram, no mínimo, admiráveis.



A volta por cima

O número de alunos que não atingiu a meta mínima de progresso caiu pela metade, de 39,55%

em 2007 para 20,08% em 2008, sob as mesmas condições de patrocínio e metas do ano anterior! O que mudou? Um RH mais pró-ativo e presente aliado a ações de comunicação, divulgação e desenvolvimento foram os principais fatores para reverter o quadro.



RH pró-ativo

Sanchez explica o desempenho dos alunos patrocinados fazendo uma analogia com a escola dos filhos desses profissionais: “alguns alunos se sobressaem, outros são regulares e existem os que repetem de ano. A diferença é que quando os pais (o RH) são “presentes”, acompanham o processo, dão suporte e cobram resultados, as possibilidades de sucesso são muito maiores do que quando os pais são “ausentes”, ou para ser mais justo, menos pró-ativos. Pode parecer uma analogia simplista, mas não é. Vários estudos relacionam a melhora no desempenho escolar a uma atitude mais pró-ativa por parte de todos os envolvidos”.



Pequenas ações de grande impacto

O projeto BIRD desenvolveu um ScoreCard para idiomas, o primeiro do mercado brasileiro, por meio de uma meta de progresso individual para cada colaborador em curso, atrelada a uma política específica que pode resultar na manutenção, aumento ou encerramento do investimento que a empresa faz no funcionário, dependendo dos resultados alcançados. Esse ScoreCard foi utilizado em todas as pesquisas anteriores, bem como a mesma métrica de avaliação de resultados.



Em 2008, um dos primeiros procedimentos alterados foi o planejamento e a implementação de um processo de comunicação mais pró-ativo: o RH não apenas colocou todas as cartas na mesa, participando a todos os funcionários as regras e objetivos do programa no começo do ano, como os lembrou da seriedade do compromisso periodicamente.



Outro procedimento foi a maximização do uso das ferramentas de produtividade disponibilizadas pela consultoria. “Nossa idéia de oferecer palestras, gravá-las e disponibilizá-las na Intranet foi outro recurso de impacto, aliado ao acompanhamento contínuo de metas e resultados. Nosso objetivo foi apresentar a todos os stakeholders, em especial os funcionários

patrocinados, as melhores práticas do mercado e informações para que eles mesmos pudessem transformar o conhecimento em aprendizado, e o aprendizado em decisões qualitativas,” explica Sanchez.



Pode parecer simples, mas o que a consultoria, e sobretudo o que RH fez, foi incutir nos funcionários uma cultura voltada aos processos com foco em resultados, amplamente divulgada na empresa, mas que desta vez abrangeu a área de investimento em idiomas.



Sanchez explica que “quando a empresa consegue disseminar uma cultura de investimento/retorno e de racionalização de custos em todas as áreas da empresa, inclusive o treinamento de idiomas, todos tem a ganhar, ainda mais em tempos de crise”. Vale lembrar que uma multinacional com 250 alunos patrocinados com uma bolsa individual de R$ 5.000 representa um investimento de R$ 1.250.000/ano. Sem os indicadores de resultados e progresso proporcionados pela consultoria, este valor é apenas custo. Já com indicadores e metas, a empresa tem ferramentas claras e objetivas para garantir o retorno.



“Nós do Projeto BIRD preferimos modelos de gestão em parceira com o RH, pois na parceria, todos agregam valor e são instrumentos de transformação. Isso jamais seria possível em modelos de gestão onde o gerenciamento dos cursos é terceirizado”, finaliza Sanchez.



* Por Paulo Sanchez, sócio-fundador da Bridge Inglês Personalizado e diretor do Projeto BIRD

Site www.bird.com.br



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Maria Luiza Paiva: luiza@litera.com.br

Telefone: 55 11 3673 7270

Janeiro/2009