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O ESTUDO INÉDITO SOBRE EVOLUÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES BRASILEIRAS SERÁ APRESENTADO, NO DIA 10, ÀS 13H30, NO AUDITÓRIO STRATEGY EXECUTION EXPERIENCE, DA EXPOMANAGEMENT 2008

EMPRESAS BRASILEIRAS PRIORIZAM VISÃO DE LONGO PRAZO, CONCLUI PESQUISA INÉDITA REALIZADA PELA 3 GEN – GESTÃO ESTRATÉGICA

Aproximadamente 80% das companhias nacionais já desenvolveram ou estão em fase de definição das diretrizes de longo prazo. Esta é uma das principais conclusões do estudo on-line sobre a “Evolução da gestão estratégica nas organizações brasileiras – 2008”, realizado pela 3GEN - Gestão Estratégica. Embora a visão de longo prazo passe a ser uma prioridade para as empresas, a pesquisa revela que muitas organizações ainda apresentam dificuldade em transformar a gestão estratégica em uma pauta contínua, na qual a tomada de decisão esteja conectada à estratégia da organização. A pesquisa foi fundamentada a partir de 492 respostas espontâneas (420 empresas), pelo período de 14 meses e será apresentada na ExpoManagement 2008 – organizada pela HSM -, no dia 10 de novembro, às 13h00, no auditório Strategy Execution Experience.

O grau de evolução da gestão estratégica nas organizações brasileiras pode ser analisado por alguns dados interessantes do estudo: um ponto interessante é a quantidade de organizações que tem mapa estratégico como modelo para traduzir a estratégia, base fundamental para o modelo de gestão estratégica. Do universo de respostas, 60% das organizações já estão utilizando ou pretendem utilizar o mapa estratégico. Desses, 29% estão desenvolvendo o mapa e a outra metade, já tem o mapa desenvolvido de forma parcial ou total, ou seja, utilizando-se de perspectivas, objetivos, relações de causa-efeito, temas estratégicos e proposta de valor que traduzem fielmente a sua estratégia. Das organizações que têm diretrizes estratégicas definidas, 55% já desenvolveram um mapa estratégico e outros 25% estão em processo de desenvolvimento. Isto indica que das organizações que estão pensando no longo prazo a partir da definição de diretrizes, uma grande maioria se utiliza do mapa estratégico como modelo para traduzi-las em objetivos estratégicos, ganhando muito em efetividade de comunicação e gestão.

Outro dado muito preocupante revelado pela pesquisa é a tendência de subutilização das metodologias que fundamentam o modelo de gestão estratégica. A utilização plena de metodologias como o Balanced Scorecard (BSC) depende, necessariamente, de sua integração ao modelo de gestão da organização, da efetiva aplicação no processo de tomada de decisões e da comunicação da estratégia para todos os níveis, o que aparentemente não acontece de forma coordenada.

O estudo indica que 37% das organizações que têm mapa estratégico ainda não fazem reuniões de gestão estratégica. Outros 35%, apesar de realizarem tais reuniões, não o fazem de forma sistemática. Ou seja, mais de 2/3 das organizações que acreditam ter um modelo de gestão estratégica capaz de mantê-las em linha com a evolução da performance estratégica, na verdade subutilizam o modelo, não avaliando continuamente o desempenho. Em grande medida isto explica parte da frustração de algumas organizações com a utilização de modelos como o BSC, pois foram corretamente construídos, mas não foram implementados em sua plenitude.

A comunicação da estratégia e dos resultados alcançados ao longo da sua implementação também é destaque no estudo. Embora algumas organizações ainda insistam na tese de que a estratégia é algo que deve ser tratado somente no alto escalão, o estudo felizmente mostra que um número cada vez maior de organizações comunica de forma abrangente a estratégia a todos os colaboradores. No entanto, indica também que esse processo ainda é falho no que se refere à comunicação dos resultados e das decisões tomadas no processo de gestão.

Das organizações que têm mapa estratégico, apenas 24% comunicam a estratégia de forma sistemática. Outros 41% comunicam a estratégia, mas não de forma sistemática e 8%, ainda não priorizaram em desenvolver um plano de comunicação para garantir que a estratégia seja de conhecimento dos colaboradores. Isso mostra que realmente há uma preocupação com as organizações que traduzem a sua estratégia utilizando o mapa estratégico em não fazer disso um instrumento da alta gestão, mas sim fazer com que todos os colaboradores tenham conhecimento dos desafios futuros e possam compreender como contribuem para o seu alcance.

De forma inversa, dentre as organizações que não possuem mapa como forma de tradução, apenas 2% comunicam sistematicamente a estratégia e outros 84% ainda não a comunicaram para toda organização. Parte daqueles que não comunicaram estão desenvolvendo um plano de comunicação da estratégia, enquanto a outra parte ainda não apresenta a preocupação em comunicá-la de forma abrangente para suas equipes. Isto indica certa desconexão com a leitura de que a execução da estratégia é uma das principais preocupações dos executivos, pois se as pessoas não conhecem a estratégia, não serão capazes de implementá-la.

“Não temos a pretensão de que este seja um estudo conclusivo acerca do desenvolvimento dos modelos de gestão estratégica no Brasil. Entretanto entendemos que a riqueza e a amplitude da amostra estudada, nos proporcionam uma clara noção das limitações encontradas na implementação de tais modelos e indica possíveis caminhos para a melhoria da disciplina de execução da estratégia nas organizações”, comenta o sócio-diretor da 3 GEN – Gestão Estratégica, Roberto Campos Lima.

A experiência da 3GEN - Gestão Estratégic, mostra que as práticas de implementação de um modelo de gestão estratégica, estão muitas vezes distantes dos fundamentos metodológicos, o que naturalmente limita os benefícios de seu uso e gera frustrações nas organizações. Algumas organizações afirmam adotar metodologias e práticas que fundamentam a gestão estratégica e todos os seus vetores, no entanto, por outro lado, boa parte delas se declara insatisfeita com os resultados obtidos.

A evolução do modelo de gestão estratégica e a correta aplicação das metodologias que o sustentam são, aparentemente, as grandes barreiras para a colheita de tais benefícios. Assim, o estudo tem como objetivo avaliar a utilização das melhores práticas de gestão estratégica nas organizações brasileiras, como o framework do BSC é aplicado nos diversos vetores da execução da estratégia e as limitações ou barreiras encontradas na aplicação das diversas metodologias que fundamentam um modelo de gestão estratégica.

Sobre a metodologia
As analises do Estudo on-line sobre a Evolução da gestão estratégica nas Organizações Brasileiras – 2008 foram fundamentados na observação detalhada dos dados oriundos de 492 respostas espontâneas (correspondente a aproximadamente 420 empresas), selecionadas de 1500 respostas, em um auto-diagnóstico on-line disponibilizado no web site institucional da 3GEN Gestão Estratégica (www.3gen.com.br). O auto-diagnóstico, estruturado a partir de 24 questões, proporciona uma visão comparativa de vários aspectos da execução da estratégia nas organizações e produz um relatório único para cada respondente sobre o seu posicionamento em relação ao grau de evolução da gestão estratégica e recomendações de melhorias a serem implementadas.

Sobre a 3 GEN Gestão Estratégica:
No mercado há apenas quatro anos, a 3GEN já figura como uma das principais empresas de consultoria e educação em gestão estratégica no Brasil, sendo referência no desenvolvimento e implementação da metodologia Balanced Scorecard (BSC). O foco da 3GEN é ajudar as organizações a vencer as barreiras que se apresentam na execução da estratégia. A equipe da 3GEN já atuou em projetos de consultoria e educação em empresas de diversos setores: farmacêutico, automotivo, químico, petroquímico, energia, celulose e papel, petroquímica, telecomunicações, siderurgia, serviços financeiros, saúde, varejo, distribuição, governo, terceiro setor, entre outros.

Entre seus atuais clientes estão empresas como Medial, Rede de Hospitais São Camilo, Fiat, Banco Itaú, Ministério Público do Rio Grande do Sul, Grupo Gerdau (Aços Longos, AçoMinas, Sidenor Aceros Especiales, SiderPeru), Orbitall, Furnas, Copasa, FIEP, Copasa, SESI, IEL, SIKA, FIEP, Organon, Orbitall, Abbott, Nova Piramidal, Terex, Voith Siemens, Unimed, Americana e Nova Odessa, Abbot, Albras, MRS Logística, Fundação Ouro Branco, BANDES (Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo), Altec e Produban.

Informações para imprensa:

Lítera – Construindo Diálogos / www.litera.com.br
Unidade Relacionamento com Imprensa
Maria Luiza Paiva: luiza@litera.com.br
Telefone: 55 11 3673 7270
Novembro/2008