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LIVRO “QUEM QUEIMOU MEU SUTIÃ?” NARRA CONQUISTAS, DESAFIOS E CONFLITOS DO UNIVERSO FEMININO COM MUITO HUMOR

LIVRO “QUEM QUEIMOU MEU SUTIÃ?” NARRA CONQUISTAS, DESAFIOS E CONFLITOS DO UNIVERSO FEMININO COM MUITO HUMOR


Lançamento será no dia 23 de novembro na Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim, a partir das 19 horas

“Quem queimou meu sutiã?” - O título deste livro pode soar divertido, bizarro, questionável ou até mesmo ridículo, como a própria autora Rose Gelcer diz. Com uma linguagem dinâmica e - por que não - engraçada, tornando a leitura agradável, a história discorre sobre situações vividas por Rose, que, com certeza, muitas mulheres vão se identificar. Aos quarenta anos de idade, a autora fala dos conflitos internos como profissional, mãe e mulher, e ainda lista uma série de insatisfações, frustrações e felicidades.

A escritora coloca no papel os sentimentos que a acompanham diariamente e começa a ficar mais atenta a conversas de outras mulheres. A partir dessa observação, passa a questionar suas escolhas e modo de vida pelo qual optou e chega a algumas conclusões: por que as mulheres tem de dar conta de tudo, “desde a pilha do controle remoto à megaoperação no banco em que trabalha?”.

No entanto, algumas décadas se passaram, e as mulheres continuam culpadas e ainda questionam se “a queima do sutiã” valeu a pena. Elas não têm salários compatíveis aos dos homens, e ainda tem que trabalhar em dupla jornada, de muitos compromissos e responsabilidades familiares e profissionais e muitas vezes se culpam por isso. “Pergunto-me por que as feministas entraram reivindicando igualdade com os homens? Igualdade para quê, se a gente, por natureza, é diferente?”, reflete a autora.

O livro faz alusões a fatos históricos e transita por assuntos como relacionamento entre pais e filhos, casamento, sexo, amor. “Hoje, queremos ser esposas e namoradas fornecedoras de prazer para os nossos maridos e namorados, que também reconhecem que desejam essa mulher. Temos direito adquirido à sexualidade, aos orgasmos, às escolhas. Direitos que foram conquistados pelas mulheres que queimaram os “nossos” sutiãs”.

Com bom humor, a autora se compara a Maria Antonieta, Arquiduquesa D’Áustria, de gênio indomável, e diz como consegue domar o seu lado negro: uma receita de suco de maracujá com gengibre, que ela passa nos mínimos detalhes. Também diz como foi sua infância, criada pelo pai, um homem exigente, e declara ter sofrido preconceitos por ser filha de pais separados.

Hoje, mais de 40 anos depois da “queima do sutiã” - expressão utilizada pela autora para o título da publicação e que se refere ao movimento histórico ocorrido em 1968 -, Rose conta a trajetória destas mudanças no universo feminino, constatando que os homens também mudaram e questiona se alguma vez eles pensaram em “queimar cuecas”.

FICHA TÉCNICA
Título: Quem queimou meu sutiã?
Autor: Rose Gelcer
Capa: Brochura
Tamanho: 21x14 cm
Páginas: 224
Edição: 1ª
Ano da Publicação: 2011


LANÇAMENTO

LIVRO: QUEM QUEIMOU MEU SUTIÃ?
DATA: 23 de novembro de 2011, quarta-feira
HORÁRIO: a partir das 19h00
LOCAL: Livraria da Vila - Shopping Cidade Jardim
ENDEREÇO: Av. Magalhães de Castro, 12 000 BUTANTÃ - SP
Tel.: : (11) 3755 5811


Sobre a autora
Rose Gelcer, bacharel em direito, atua na área do direito imobiliário há mais de 11 anos. Em 1999, na Universidade de Salamanca – Espanha, estudou o impacto das culturas sociais num mundo globalizado o que lhe permitiu desenvolver um olhar mais atento sobre o ser humano e sua relação com o mundo que o cerca. Também é colaboradora voluntária em uma casa de passagem, com atividade dirigida aos cuidados para crianças carentes que sofrem violência doméstica.


Sobre a LETTERA.DOC
A EDITORA LETTERA.DOC atua no mercado editorial há 12 anos e caracteriza-se pela excelência de sua produção, especialmente de livros. Especializou-se em atividades de pesquisa histórica documental e de história oral. Referência no planejamento, execução e viabilização de trabalhos de pesquisa histórica que resultam em produtos editoriais de qualidade - nos aspectos de imagem, texto e acabamento, sobretudo das publicações impressas –, a EDITORA LETTERA.DOC está preparada para atender o amplo e diversificado mercado editorial - incluindo empresas, instituições, pessoas físicas, fornecedores da cadeia produtiva de livros e consumidores de produtos editoriais.

No catálogo de obras de sucesso da EDITORA LETTERA.DOC, podem ser destacadas, entre outras, as seguintes: “Castro Alves e seu Tempo” de Euclides da Cunha (2009), “Escravidão Nunca Mais” (2009), “0 Advogado dos Escravos – Luiz Gama” (2010), ambos de Nelson Câmara, “Fé na Luta”, de Maria Victoria Benevides (2009), “Advocacia – a trajetória da Associação dos Advogados de São Paulo” (2006); “Estado de Direito Já! – os trinta anos da Carta aos Brasileiros” (2007); “Doutor Machado – o direito na vida e na obra de Machado de Assis” (2008); “Vanguarda Pedagógica” (2008); “Atualidade de San Tiago Dantas” (2005, 2ª edição) e “Capítulos da Magistratura – Associação Paulista de Magistrados” (2009); Clóvis Beviláqua - um senhor brasileiro (2010).

Nas histórias de pessoas físicas e jurídicas - como biografias, trajetórias institucionais e empresariais, nas sagas familiares ou no resgate de fatos históricos, a EDITORA LETTERA.DOC posiciona-se de forma criteriosa e rigorosa com relação aos seus processos de trabalho - desde a apuração e acuidade das informações até a produção de textos e qualidade gráfica dos produtos editoriais. A sede da Lettera.doc ocupa um amplo escritório no centro de São Paulo (Edifício Eduardo Loureiro – rua 7 de Abril, nº235, conj. 305), em um prédio histórico com 80 anos de existência, o último projeto do renomado arquiteto Ramos de Azevedo – responsável por diversas obras presentes na paisagem urbana de São Paulo, como o Teatro Municipal e o Shopping Light. WWW.LETTERADOC.COM.BR
* A editora Lettera.doc foi fundada pelo editor, historiador e jornalista, o advogado CÁSSIO SCHUBSKY, falecido em fevereiro de 2011. SCHUBSKY é autor, entre outras obras, de "Advocacia Pública - Apontamentos sobre a História da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo" (Imprensa Oficial e Centro de Estudos da PGE/SP, 2008) e “Clóvis Beviláqua - um senhor brasileiro” foi editor-chefe das revistas “Transporte Moderno”, “Technibus” e “Fera” (Anglo Vestibulares), e diretor editorial de “Logística em Revista” (órgão de divulgação da Associação Brasileira de Logística); foi colaborador de jornais e revistas de grande circulação, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Época.


Informações à Imprensa
Lítera – Construindo Diálogos / www.litera.com.br
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Maria Luiza Paiva: luiza@litera.com.br;
Telefone: 55 11 3673 7270