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RECITAL DE ARNALDO COHEN NA SALA SÃO PAULO HOMENAGEIA FRANZ LISZT E MARCA LANÇAMENTO OFICIAL DA ORGANIZAÇÃO BRASIL PIANO MASTERS

RECITAL DE ARNALDO COHEN NA SALA SÃO PAULO HOMENAGEIA FRANZ LISZT E MARCA LANÇAMENTO OFICIAL DA ORGANIZAÇÃO BRASIL PIANO MASTERS


Arnaldo Cohen aceitou o convite da Brasil Piano Masters (BPM) para realizar recital na Sala São Paulo, no próximo dia 7 de agosto, às 21 horas, com repertório totalmente dedicado a Liszt: objetivo é buscar sustentabilidade para as diversas ações programadas pela organização

“As propostas da Brasil Piano Masters são importantíssimas, pois são voltadas para a educação, sobretudo para os jovens, peças fundamentais para o desenvolvimento de nossa sociedade.” Arnaldo Cohen



O pianista brasileiro Arnaldo Cohen, radicado nos Estados Unidos desde 2004, fará recital na Sala São Paulo, no próximo dia 7 de agosto (domingo), às 21 horas, com repertório totalmente dedicado a Franz Liszt – em comemoração aos 200 anos do nascimento do compositor húngaro.



O recital de um dos mais importantes nomes da música internacional da atualidade marca o lançamento oficial da Brasil Piano Masters (BPM) – uma organização sem fins lucrativos que tem como missão promover a inclusão social nos dois extremos de suas iniciativas: tanto a de músicos altamente qualificados sem espaço nas salas de concerto, quanto das comunidades carentes, sem oportunidade de acesso às obras da música erudita e aos serviços sociais de saúde e educação que a música pode proporcionar.



O concerto de Arnaldo Cohen também inaugura a série “O Piano Brasileiro no Mundo” - projeto da Brasil Piano Masters que prevê a realização de recitais de grandes pianistas brasileiros residentes no exterior. O projeto visa chamar a atenção da população em geral - políticos da cultura e produtores culturais - para a presença de pianistas brasileiros que hoje atuam no cenário internacional. Tem o objetivo, ainda, de chamar os agentes envolvidos na produção cultural a refletir sobre as razões pelas quais os bons pianistas brasileiros encontram poucas oportunidades de explorar seu potencial artístico no Brasil. Para 2012, a BPM organizará uma série de quatro recitais, com pianistas brasileiros estabelecidos na Europa e Estados Unidos.



“O objetivo destes recitais é buscar a sustentabilidade da Brasil Piano Masters dispensando a ajuda do Estado nos projetos economicamente viáveis e, sobretudo, prescindindo da benevolência de doadores e voluntários”, comenta a idealizadora e fundadora da BPM, Eleni Lagroteria. “Sem o apoio das Leis de incentivo, a BPM demonstra que há demanda suficiente para promover programas sustentáveis com recursos exclusivamente privados”, acrescenta Eleni.



O recital de Cohen, financiado totalmente pela receita de ingressos vendidos, terá excedente integralmente revertido para iniciativas da própria entidade – como o desenvolvimento de oportunidades de trabalho para os muitos e bons pianistas brasileiros por meio da elaboração de projetos de formação de plateia, educação infantil e juvenil e saúde (terapias por meio de práticas musicais).



“Hoje já temos no Brasil alguns excelentes professores, porém, não o suficiente para suprir as necessidades de todo o País. Afinal talentos não nascem somente em grandes cidades. As dificuldades de qualquer jovem, de qualquer nacionalidade, são as mesmas: além de um bom professor é importante o conhecimento de matérias ligadas à música, como história da música, harmonia etc.” , observa Arnaldo Cohen.

Para Cohen, a quantidade de jovens que sonham com a carreira de concertista não para de crescer e já existem centenas de concursos de piano que fazem com que eles se ‘degladiem’ por um lugar ao sol. “Os parâmetros de qualidade sobem a cada dia, sobretudo com a entrada dos chineses nessa disputa. Eles estudam quinze horas por dia e ameaçam se tornar os "novos russos". Arthur Rubinstein dizia que, para se fazer uma carreira, o jovem precisava três coisas: sorte, sorte e sorte. Hoje, ele certamente diria estudo, estudo e estudo”.



“As propostas da Brasil Piano Masters são importantíssimas, uma vez que são voltadas para a educação e, sobretudo, para os jovens, peças fundamentais para o desenvolvimento de nossa sociedade. O futuro dos nossos netos estará nas mãos dos jovens de hoje”, observa Cohen.

“Cabe aqui agradecer a Arnaldo Cohen por décadas de incansável dedicação ao teclado, pela belíssima imagem que fez e faz do Brasil lá fora, e principalmente, pela honra que concede à Brasil Piano Masters de organizar e produzir este recital”, diz Eleni Lagroteria.



Arnaldo Cohen na URFJ e conquistou por unanimidade o 1o prêmio do Concurso Internacional Busoni, na Italia. Ao longo de sua carreira – foram mais de 2 mil concertos pelo mundo - foi convidado a participar como jurado em vários concursos internacionais, como o prestigiado Concurso Chopin, em Varsóvia. Viveu mais de vinte anos na Inglaterra lecionando na Royal Academy of Music e no Royal Northern College of Music onde recebeu o título de Fellow Honoris Causa. Transferiu-se para os Estados Unidos em 2004, tornando-se o primeiro músico brasileiro a assumir uma cátedra vitalícia na Escola de Musica da Universidade de Indiana.



SERVIÇO



RECITAL ARNALDO COHEN

SALA SÃO PAULO Praça Júlio Prestes, 16

Data: 07 de agosto de 2011-06-01

Horário: 21 horas

Duração: 90 minutos (com intervalo)

Ingressos: entre R$ 120,00 e R$ 220,00.

www.ingressorapido.com.br











Currículo Artístico Arnaldo Cohen



A BBC Magazine definiu-o como um "raro fenômeno". Para o selo sueco BIS, Cohen gravou um Cd dedicado inteiramente à música brasileira e sobre essa gravação, o crítico do jornal inglês The Times escreveu: “Cohen é possuidor de uma técnica extraordinária e capaz de chamuscar as teclas do piano ou derreter nossos corações”.



A revista Gramophone escolheu a gravação de Cohen para o selo BIS, com obras de Liszt, para integrar a prestigiosa e seleta lista do “Editor’s Choice” e justificou: “Sua interpretação de Liszt não fica nada a dever à famosa gravação feita por Horowitz tanto em cores como em temperamento. Sua maturidade musical e virtuosidade estonteante o colocam na mesma categoria de Richter. A mesma Gramophone não poupou elogios ao Cd de Cohen, como solista da Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP), regida por John Neschling. Executando os dois concertos de Liszt e a Totentanz, o crítico Jeremy Nicholas resumiu: “difícil de superar”.



Após viver mais de vinte anos em Londres, Cohen transferiu-se para os Estados Unidos em 2004, tornando-se assim o primeiro músico brasileiro a assumir uma cátedra vitalícia na Escola de Música da Universidade de Indiana. Na Inglaterra, Cohen lecionou na Royal Academy of Music e no Royal Northern College of Music, onde recebeu o título de Fellow Honoris Causa. Foi condecorado pelo governo brasileiro com a Ordem do Rio Branco por seus servicos prestados ao país na área cultural. Seu interesse pela vida acadêmica levou-o a participar, como jurado, de vários concursos internacionais, como o Concurso Chopin, em Varsóvia.



Os destaques da próxima temporada incluem apresentações de Cohen como solista, entre outras, das orquestras de Cleveland, Filarmônica de Londres, Sinfônicas de Seattle e Saint Louis, além de recitais em todo o mundo. Em maio de 2011 fará sua estréia no Symphony Hall, apresentado pela Sinfônica de Chicago.



críticas


Chicago Tribune (John von Rhein) – "Um recital sensacional."

Philadelphia Inquirer (Peter Dobrin) – "O segundo movimento do Concerto de Mozart, interpretado por Cohen, e acompanhado pela Orquestra de Filadélfia dirigida por Sawallisch, soou como uma mensagem divina."



New York Times (Paul Griffiths) – "Definitivamente, um grande pianista."



Seattle (R. M. Campbell) – "Basta ouvir Cohen somente uma vez para poder compreender todo o “barulho” que seu nome está gerando."



Washington Post (Peter Ruhe) – "O recital de Cohen no Kennedy Center foi sem dúvida o melhor da temporada."



Baltimore (Steve Wigler) - "Cohen é um dos melhores pianistas não só do nosso tempo, mas de todos os tempos."

San Francisco (Allan Ultich) – "Ouvir Cohen “voar” através de sua própria transcrição do Morcego, de Strauss, é conhecer o verdadeiro significado do “sensacional”."



Gramophone – (Jeremy Nicholas) "Sua interpretação de Liszt não fica nada a dever à famosa gravação feita por Horowitz tanto em cores como em temperamento. Sua maturidade musical e virtuosidade estonteante o colocam na mesma categoria de Richter."



Sobre a BRASIL PIANO MASTERS











A economista Eleni Lagroteria, fundadora e diretora da Brasil Piano Masters



Organização sem fins lucrativos que visa desenvolver oportunidades de trabalho para os muitos e bons pianistas brasileiros por meio da elaboração de projetos em formação de plateia, educação infantil/juvenil e saúde (terapias por meio de práticas musicais). Com esta missão, a BRASIL PIANO MASTERS promoverá a inclusão social nos dois extremos de suas iniciativas: tanto a de músicos altamente qualificados quanto das comunidades carentes, sem oportunidade de acesso às grandes obras da música erudita e aos serviços sociais de saúde e educação que a música pode proporcionar. Informações pelo site http://www.brasilpianomasters.art.br/





Informações para Imprensa/ Agendamento de entrevistas

Lítera – Construindo Diálogos / www.litera.com.br

Maria Luiza Paiva: luiza@litera.com.br;

Telefone: 55 11 3673 7270